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Fim-de-semana na Vovó Iracy

Ooi!

No último fim-de-semana, nos mudamos, EU, Marido e Arthur, de mala e cuia (e bota mala, e bota cuia! E olha que é um baby só, hein!) pra casa da Vovó Iracy, a mãezinha do maridón. Chegamos na quinta à noite, o pobre carro abarrotado de coisas do Arthur (claaaaro!): carrinho, bebê conforto, berço portátil, cadeirão, mala de roupas, saco de brinquedos, tapete educativo, mala do casal, três travesseiros, protetor de berço, rolinhos de dormir, abajur de lâmpada azul (aaaahhhh! A Mãe do Arthur é louca, sim!!) e ainda umas coisinhas pra degustação. A Vovó Dó (Minha mãezinha) ia viajar na sexta-feira pro Hell de Janeiro, como diz a Mãe do Pitoco …ehehehe ela não queria ir muito não, mas resolvi dar um empurrãozinho pra ela ir, afinal Arthur é tudo de bom, mas dá uma canseeeeiraa…ahahahahah

Enfim, lá chegando, depois de duas viagens e 156 degraus (de subidas e descidas) pisados, nos instalamos no quarto. Colchão de casal no chão, tive uma ideia: “quero fazer cama compartilhada, não vou por o Príncipe no berço, não”. Colocamos um colchãozinho do lado do nosso, o protetor de berço, os rolinhos, e o Príncipe… dormiu que é uma beleza. Acordou pra mamadeira da 1h da manhã, e foi até as benditas 5h… não me fiz de rogada, assim que percebi os primeiros movimentos dele, puxei o pequeno pro meu lado e enchi de beijinhos, abracei, fiz cafuné… e conseguimos esticar o soninho até as 6h – que delícia!!!

De dia, ele se comportou muito bem com a Vovó, brincou bastante, mamou, comeu e dormiu super cedo – gelei. Em pleno sábado ele ia me acordar lá pelas 4h da manhã, ai,ai… qual o quê! Aconteceu a mesma coisa às 5h – beijinhos, abraços, cafuné e sono até as 6h. No sábado visitamos o Zé Gotinha (quase escangalhei a coluna de vez, tive a grande ideia de levá-lo no colo, meu saquinho duplo de arroz…ehehehe),e meu Príncipe ensaiou engatinhar a pedidos de “Vem com a Mamãe, vem!” – foi cômico, ele dava duas engatinhadas, sentava e começava a chorar, o danadinho, querendo que eu fosse até ele… nesse dia, os dois dentinhos de baixo finalmente deram o ar da graça, rasgaram a gengiva – e o Príncipe passa agora o tempo todo “alisando-os” com a língua. Ah, ele também comeu peixe pela primeira vez! (ficou uma gororoba, peixe cozido com batatas, cenoura, beterraba, tomate e cebola, com um fio de azeite – experimentei e não gostei, vovó Iracy também não…ehehehe Só por garantia, deixamos a mamadeira de prontidão – e não é que ele adorou?? Comeu 6 colheres de sopa cheinhas – vai entender…ehehehe)

No domingo, ele aprendeu a vir com a Mamãe… mas não ficava só nisso não, ele vinha, e já ia me escalando, querendo ficar em pé e sair andando… passamos o dia assim, e revezando, EU, Papai, Vovó… até que lá pelas tantas, pedi um andador… compramos (mais um treco pra espremer no porta-malas…ahahahaha) e ele adorou! Anda que nem caranguejo, pros lados e pra trás, devagarinho está aprendendo a andar pra frente…ehehehe

Mas o “mais legal” foi a experiência da cama comprtilhada, achei uma delícia! E com o “treino” de quatro dias, ele agora acorda às 5h, a gente dá um carinho, e ele dorme de novo… hoje então, ele dormiu até as 7h! Vamos ver se esse padrão se estende, porque os dentinhos estão bagunçando tudo… ele está sem apetite e me pondo louca!

em tempo, aprendeu uma brincadeira deliciosa: eu bato a mão na minha boca e faço aquele barulhinho de índio… aí viro pra ele e digo: “ua vez, filho!” – ele já abre a boquinha e ainda leva a minha mão à boca dele!

Apaixonante!!

Beijos, aceito dicas pra passar esse período tenebroso dos dentinhos nascendo…ehehehe

Uma Experiência Marcante…

Uma Experiência Marcante - EU participei

O blog Vidas Linha está fazendo aniversário e convida todos a participarem da blogagem coletiva “Uma Experiência marcante em minha vida”. Participe!

EU estou participando!

Minha vida tem várias experiências  marcantes,momentos maravilhosos… como o nascimento da minha irmã… o momento em que percebi que meu hoje marido era o homem da minha vida… meu casamento… a tão esperada gravidez, o nascimento do Arthur… mas nada, nada se compara ao momento em que meu bebezinho, depois de dois meses intensos, de muita tensão, choro, adaptação (de ambas as partes), cólicas e refluxo olhou pra mim…

E EU pude ver, lá no fundo de seus olhos, o reconhecimento.  – Aquele serzinho de pouco mais de três meses, me olhou, e me reconheceu como sua mãe.

Foi o maior e mais emocionante momento de minha vida. Ali, naquele momento sublime, com meu filho nos braços, me olhando com tanta intensidade, eu finalmente me senti MÃE no sentido literal da palavra. Ele me olhou, eu olhei de volta e ficamos nos namorando por longos minutos… eu estava segurando as lágrimas, querendo prolongar aquele momento pra sempre, quando de repente, ele sorriu… o sorriso mais lindo e gostoso desse mundo! E EU… quebrei em mil pedacinhos. Chorei muito, abraçada àquele por quem esperamos durante cinco anos. Sim, eu virei MÃE nesse instante e meu amor só faz crescer, cada dia mais, a cada gracinha que ele faz, cada sorriso que dá quando me vê, quando se aconchega no meu colo pra dormir… nada chega perto dessa sensação de sentir-se provedora, cuidadora e… MÃE.

Sei que muitos outros momentos marcantes virão, mas este… é especial. Vai ficar pra sempre.

Colaboradora, EU?!

Eu e o Balde

Fui convidada pela Ana do Balde, Areia e Balanço pra ser colaboradora do blog, com minha “vivência” de Mãe do Arthur… bom, sou uma mãe novinha (no sentido de ser mãe..ahahahaha), mas já tenho uma série de experiências pra contar…ehehehehe

Então, passa pra conhecer, o cantinho é uma graça e cheio de dicas boas pras mamães e futuras mamães!

Beijucas!

Gabriela Cravo e Canela

Eu e a Gabriela, irmãs

Minha irmãzinha faz hoje 27 anos.

Esperei a chegada dela por longos oito anos. Quando ela chegou, foi uma confusão só até meus pais chegarem num acordo pro nome dela, ela foi de Alice a Michelle, e acabou virando Gabriela – nesse meio tempo, seu apelido carinhoso era “chaveirinho”, de tão pequenininha que nasceu…ehehehehe

Gabi foi muito chorona, trocou o dia pela noite nos primeiros seis meses de vida e chorava a noite todinha… com menos de 30 dias de vida, mudamos de cidade e minha mãe encarou tudo sozinha, casa nova, cidade nova, uma criança de 8 anos (EU!) e uma bebezinha de quase 30 dias e prematura… quando criança, eu me perguntava porque minha mãe era tão nervosa… depois que Arthur chegou, eu descobri o motivo e minha mãe virou minha heroína… os primeiros três meses de vida de um bebê são totalmente punk, imagine ainda mais sozinha e tendo outra criança pra cuidar!

Bem, a Gabi cresceu… parou de chorar, aprendeu a quebrar as coisas, a falar o dialeto dos bebês (de onde ela tirou transformar Cynthia em Kaká? ehehe), foi pra escolinha (“Mãe, se eu sentir saudade, você me telefona?”), foi noivinha caipira,  amou o Dominó, a Xuxa, o Trem da Alegria, brigou com a comida, brigou com o cabelo,arrumou namorado, aprendeu inglês, conheceu a internet, fez as pazes com o cabelo, formou-se em biologia… e virou uma criatura linda, uma irmã brigona e esquentada, sim, mas está no sangue… a gente briga hoje e amanhã ta se derretendo toda uma pra outra. É companheirona, carinhosa, um ombro ótimo pra gente chorar, e está se revelando uma dinda maravilhosa! Arthur tem adoração pela dinda, quando a vê, parece que o tempo para, eles ficam se olhando um tempão, e se ele estiver nervoso, se acalma na hora… como se recebesse um bálsamo de luz.  Adoro ficar observando os dois juntos, na Paz, na calmaria…

Hoje é um dia pra lá de especial, pois foi no dia 26 de agosto de 1982 que um anjo chegou À Terra, e veio pra assumir o posto de anjo guardião da nossa família.

Perua, te amo demais!

Seja muito feliz!!

 

Por que eu tenho um blog?

Meu Blog

Em minhas andanças pra conhecer gente nova e interessante, me deparei com o Fio de Ariadne , um blog de contos maravilhoso.  Me apaixonei pelo nome, e principalmente, pelo conteúdo. Eu adoro escrever histórias, mas as minhas são tão longas que às vezes eu mesma enjôo…eheheh vou me aventurar a escrever contos também, por que não? Se a gente não experimenta, não descobre nunca se ia dar certo… mas vamos ao assunto do post. A dona do Fio nos convida a contar a história do nosso blog, e aqui vou eu…

O EU e EU surgiu de uma necessidade de catarse. Eu trabalho de sete às sete (não, não é na famosa loja que liquida o ano inteiro, todos os dias da semana… XD), sozinha, atendendo telefone, controlando vendas e resolvendo pepino… e precisava de uma companhia, ainda que virtual, porque trabalhar sozinho não permite que você tenha um papo ao telefone, e não é sempre que as pessoas querem ouvir você se lamentar, ou reclamar de algo, ou mesmo discutir algo acontecido no serviço. Então o blog nasceu pra isso. Totalmente anônimo, eu punha aqui minhas raivas, tristezas e decepções, assim como as alegrias e compartilhava coisas legais que recebia… o problema é que comecei a gostar da coisa, e quis compartilhar com todo mundo… ou seja, hoje, se eu quiser reclamar de algo , terei que criar um outro blog anônimo, pois todos os meus conhecidos (pelo menos a grande maioria) lê EU e EU…ahahahaha e depois, ele deu uma guinada radical: assim que me descobri grávida, o blog passou a ser meu diário (se bem que grávida dorme mais que outra coisa, né, mas consegui fazer algumas postagens esporádicas durante a gestação), e agora, após a licença, não tenho outro assunto, e o blog deixou de ser meu… ele agora é do Arthur, meu príncipe encantado, que deixa todo mundo apaixonado quando abre o sorrisão desdentado (por enquanto) e arregala os olhinhos , fazendo aquele charme delicioso que só os bebês  sabem fazer!

Essa é a história do EU e EU… antes Meu, agora do Príncipe.

Beijos!

Discutindo a Relação

Huauauauauaa

A gatinha não deixou por menos, não?!

hauhauhauhuhuah

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