
Três pessoas têm contatos com a morte de forma diferente, e claro, um dia, cruzarão o caminho umas das outras.
Premissa super interessante, né?
Marie, uma jornalista francesa, sobrevive a um tsunami na Indonésia (cenas incríveis, somos arrastados pelas águas junto com ela), e vive uma experiência de quase morte. Isso mexe muito com ela, fazendo-a questionar o próprio sentido da vida.
Marcus, um adolescente londrino, sofre com a perda de seu irmão gêmeo, Jason, e passa a procurá-lo “do outro lado” de todas as formas possíveis.
George é um operário norte-americano que tem o dom da vidência, ele vê e fala com os mortos. Já ganhou dinheiro com isso (oi?) e hoje, evita ao máximo usar seu dom, que muitas vezes o coloca em situações bem complicadas (“Saber muito sobre uma pessoa pode não ser bom”).
Passamos o filme todo acompanhando as vidas dos três, cheias de dificuldades, tristeza e passividade. É como se só fossem conseguir voltar a viver após se encontrarem (há! Matou a charada?!)
Bem, reconhecemos o toque de Clint Eastwood, mostrando de forma muito tocante a delicada situação de pessoas que passam pelo que os seus protagonistas passam, mas afe, que filme arrastado… e a meu ver, faltaram algumas amarras. você termina o filme aliviado porque ele terminou, e sem todas as respostas que queria.
Não é um dos melhores filmes do mestre, e olhe que amo todos os trabalhos dele como diretor!
Em resumo, passe longe, é muita chatice pra desperdiçar sua tarde de domingo!
Beijo grande!











