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Política e Politicalha

Quando estava na oitava série, tive um professor, que apesar de xenófobo (implicava com o meu nome, por não ser em português, pode, Arnaldo?!), me ensinou muita coisa. Ainda muito novinha e sem noção de muita coisa, eu ia na onda dos outros e me dizia “apolítica”. Até que ele me ensinou que o simples ato de ter opinião sobre algo, já me tornava “um ser político”. Aquilo me marcou. E fui crescendo, e praticando a minha “política”. Mas confesso que a política “política”, a dos parlamentares, prefeitos e presidentes, nunca me atraiu. Cresci ouvindo parentes reclamando do prefeito, do governador, chamando esse de ladrão, o outro, de corrupto, e por aí vai. Vi um presidente não conseguir tomar posse, o outro, sofrer impeachment, vi um semi analfabeto chegar ao poder, e agora, uma mulher presidente.

Continuo não tendo paciência pra compreender os meandros do poder, quem faz o que, quem manda, quem obedece – maridão me salva nessas horas, sempre tira minhas dúvidas no que concerne a esse mundo tão complicado da política. Já aprendi muita coisa, mas continuo achando que não tem mais jeito. As maquinações do poder são tamanhas e tão complexas, e a corrupção, tão alastrada, que mesmo que o cara seja honesto e digno, ele acaba tendo que se ajustar às artimanhas para poder sobreviver – caso contrário, será devorado pelo “sistema”. no meio do caminho, ainda pode ser arrastado pelas “facilidades” do poder – e aí, pessoal, o “bicho pega”.

A cada dois anos temos eleições, a cada dois anos, temos que aguentar propaganda eleitoral gratuita, santinhos, comícios, barulho – e os mesmos velhos candidatos. É político envolvido em sujeira,político que renunciou pra não perder mandato – e pasmem! Até político que sofreu impeachment, esperou deitado em berço esplêndido e está aí, de volta, querendo “morder” mais um pouquinho.

Tem novato? Tem. Mas putz, a gente vê falarem cada besteira, que dá medo. Quando aparece um “melhorzinho”, mais esclarecido, até dá esperança… mas já sabemos o que vem pela frente. Uma hora ou outra, vai ter que se adaptar à “máquina”.  Se for incorruptível, em breve vai cair. Se for burro, vai cair do mesmo jeito. E a gente vai vivendo, sabendo que aquele ali é ladrão, que aquele outro, que era um cara tão bom, cedeu à tentação, e aquele terceiro, oh, coitado! Não participou do esquema e foi “queimado”.

Mas, como sou brasileira e não desisto nunca, vamos lá mais uma vez. Catar milho, procurar saber quem é esse, quem é aquele, se tem ficha limpa, se não é palhaço (tá, aqui tem um candidato a vereador com o número 171 – é pra rir ou chorar, hein??),e quais promessas fazem parte das suas atribuições (prestem atenção, tem gente prometendo o que não lhe compete, só pra angariar votos!!).

Porque voto branco e nulo, jamais, hein, gente?!  Existe um esquema aí de legendas e você pode acabar ajudando a por no poder uma bela tranqueira!!!

 

 

De Perdas e Recomeços

Em 20 de março, o D’Artagnan partiu. Infelizmente, tivemos que sacrificá-lo, pois estava em sofrimento.

Sofri, chorei, mas estava preparada para o que aconteceu. Era uma questão de tempo, como eu disse aqui.

Mas o que eu não esperava, era que o Aramis, filho do D’Artagnan, que estava geneticamente fadado à mesma doença do pai, partisse em seguida, de forma tão rápida. É, ele partiu, no dia 12 de abril.

Uns dias antes,  ele começou a engasgar e a não comer direito. Pensei que tivesse ficado “mal acostumado” com a dieta mais relaxada que adotamos durante o tratamento do pai dele. Comprei patês, biscoitinhos, ração especial. ele nem se mexeu quando cheguei com as novidades. Então começou a “chiar” o peito . Marido levou no veterinário, que o internou e fez nebulização, exame de coração. No dia seguinte ao visitá-lo, ele estava respirando bem e com aquela carinha de mal humorado, do tipo “porque eu estou aqui?” – ainda faltava fazer um raio x, que seria feito no dia seguinte. Marido passou à noite na clínica e o levou pra casa, com recomendação de fazer nebulização para que passasse bem a noite. O veterinário estava desconfiado de enfisema pulmonar. Enquanto Marcelo fazia o Arthur dormir, eu fui fazer a nebulização. Coloquei o Aramis na caixa de transporte, preparei os remédios que o vet mandou, cobri a caixa e coloquei o tubo na entrada. Aramis deu umas reclamadas, mas depois se acalmou. De tempos em tempos, eu ia olhá-lo – nebulização de 20 minutos. Marido veio pra sala e me contou o que o vet tinha dito, que não havia descartado morte súbita. Fui ficando nervosa e receosa. Olhei de novo, ele estava bem. Ao abrir a casa pra retirá-lo, nosso gato havia partido.

Inacreditável, terrível, insuportável. Em quatro minutos.

Aramis, que eu acreditava que ainda viveria uns dois anos ou mais, partiu. Em quatro minutos.

Passei alguns dias terríveis, chorando pelos cantos, me escondendo do Arthur pra chorar, pensando se a gente havia dado todo o amor e carinho que eles mereciam. Como eu disse, morte com hora marcada é uma coisa. Morte súbita é outra. Dolorosa e profunda.

Hoje estou bem melhor. Mais conformada. Com a idade que eles tinham. Com o fato que hoje não sofrem mais e estão ao lado de seres que certamente lhes estão dispensando cuidados e carinho.

Mas ainda acho que vou ver o Aramis dormindo no piso do banheiro. E ainda penso nas estratégias de como comer milho verde na espiga, sem que o D’Artagnan coma tudo antes de mim.

Arthur pergunta de tempos em tempos onde estão os gatinhos. Digo que foram pro céu, morar com o Papai do Céu. Ele pensa um pouquinho e se dá por satisfeito. Acompanhou o processo de doença do Darta, sabia que ele era velhinho e estava dodói. E também entendeu quando expliquei que o Aramis estava dodói, mas ainda não absorveu o conceito de morte, e isso me conforta. É muito novo pra sofrer. E é por isso que tão cedo não quero mais nenhum bichinho. Já perdi outros gatos por complicações da idade, mas nunca precisei lidar diretamente com a morte. Esse papel ficava com os meus pais. Agora foi a minha vez, sei que acontecerá novamente, mas somente quando eu me sentir pronta pra encarar. Porque vou te falar, não é nada fácil, viu?

Às vezes acho que a gente é bicho besta, arruma o pet, cuida, pega amor, pra depois sofrer com a perda. Mas faz parte do nosso crescimento. Estamos aqui de passagem, pra aprender, educar, crescer como seres humanos. E galgamos mais um degrau nessa longa escada.

É isso.

Beijos!

 

 

De Escola, Adaptações e mudanças

Em algum momento entre novembro e dezembro de 2011.

Toca o telefone.

Atendo, é meu pai.

-”Filha, inscrevi o Arthur na fila de espera da Escolinha do …”

-’Oi?’

-”É, na fila de espera da escolinha!”

-’Hum. Que posição ele está?’

- “Quadragésimo” – Em respeito ao meu mui amado pai, engulo o riso. Arthur ficou em trigésimo segundo no ridículo sorteio da escola municipal do bairro. Só em sonho pra ele conseguir uma das vagas.

-’Ah, tá’ – respondo, já mudando de assunto.

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Segunda feira passada, dia 13/02/2012. Toca o telefone.

Atendo, é minha mãe.

- “Filha, saiu a vaga pro Arthur no colégio!”

- ‘Oi?’

-”É! anota aí o que precisa…” – e a conversa se estende, em detalhes de documentação, datas, etc.

Putz, nem esperava mais que o Arthur fosse estudar esse ano. As escolas particulares do bairro são um absurdo de caras – não que não valham o preço (pode até acontecer de não…eheheh), mas não cabem no nosso bolso. O colégio, além de menos caro, é uma instituição renomada e muito elogiada pelos pais de alunos de lá. Pensamos, pesamos os prós e os contras, e resolvemos matricular o Príncipe. Papai pergunta pra ele:

-’Filho, você quer ir na escolinha?’

-”Eu quelo, eu vou estudar!” – papai e mamãe ficaram inchados de orgulho!

A questão é que já estava passando da hora dele iniciar na escolinha. Arthur já entende tudo, participa das conversas, e o primordial, na minha opinião, numa situação dessas: ele se comunica, conta tudo o que lhe acontece, e ainda questiona algumas coisas.

Na quarta-feira,  levamos o pequeno à escola. Fizemos a papelada toda e quando fomos conversar com a pedagoga, a secretária pergunta pro Arthur:

-”Arthur, quer ir conhecer sua tia e seus coleguinhas?”

- ‘Quelo’

-”Então me dá a mãozinha. Dá tchau pro papai e pra mamãe” – ganhamos um tchau meio já indo, e ficamos os dois, parados, no fim do corredor, vendo nosso pequenino ir pra salinha, seguro de si, sem olhar pra trás. Claro, sobrou pra mim: “ah, mãe, é você quem vai precisar de adaptação!”-tá, vai rindo… e assim foi, o pimpolho ficou o resto da tarde na escola, enquanto saímos pra comprar uniforme, materiais e etc.

Na hora da saída, portão fechado, mães e pais começando a se aglomerar no portão. Algumas mães entram antes e já saem com seus filhos. O portão abre, e lá vou, coração aos saltos, pegar meu filhote. Chego na porta, ele me vê, corre pro meu colo e já abre o berreiro. Penso: “putz, mas será que já morderam/beliscaram/bateram no meu filho??” – A professora explica que ele começou a ver os coleguinhas saindo (um privilégio que não me avisaram que eu tinha, por ter filho em adaptação, poderia entrar antes pra pegá-lo..afe), e desesperou, achando que eu não viria. Meu coração ficou em mil pedaços, enquanto ele soluçava e dizia que estava com saudades…

Ontem, fiquei até a hora do recreio com algumas mães também em adaptação. Troca de ideias muito legal, e percebemos que juntas, podemos mudar o mundo! Ah, a força das mães! Na hora da saída dei uma “carteirada” de “mãe em adaptação e entrei antes pra buscar o filhote. Já encontrei com uma de minhas novas amigas, com o filho (que já anda junto com o Arthur, um barato como eles se juntam logo!), e ela me disse que assim que Arthur a viu, perguntou de mim (ele nos viu conversando na hora da entrada, é mole??), e ela prontamente respondeu que eu estava chegando. Ao me ver, outro abraço apertado, ele pega meu rosto entre as mãozinhas, aperta e diz que estava com saudades… morri e fui ao paraíso, quase chorei! Graças a Deus, uma saída mais tranquila.

Hoje, deixei-o na escola e fui embora. Na hora da saída, a turma estava entretida com um vídeo do “Patati-Patatá”. Sentadinho no chão, estava tão ligado no vídeo, que nem me viu. Chamei, a Tia chamou duas vezes – ele só percebeu quando minha mãe, que estava junto, abaixou-se e acenou. Veio correndo pro colo dela, já fazendo beicinho, porque ainda não tinha me visto, mas assim que viu, ficou tudo ótimo!

Ele reclama um pouco das proibições, que a tia não deixou isso, ou não deixou aquilo .Normal, nunca teve muitas regras em casa, salvo rotinas de banho e sonecas, então demora um pouquinho pra se adaptar. Não gosta de ficar conversando sobre a escola, se a gente começa com muita pergunta, ele já diz que não gostou e pronto…ehehehe mas se deixamos a coisa rolar solta, ele abre o verbo e vai contando tudo! O apetite e sono norturnos deram uma boa melhorada, exceto por hoje, que demorou a dormir, apesar de cansado. No geral, está muito feliz, é muita coisa nova ao mesmo tempo, acho que está até bem tranquilo com tanta mudança!

Quanto a mim, bem… sou bem tranquila em muitos aspectos, reajo conforme as reações dele. Vê-lo chorando por medo de que eu não fosse buscá-lo partiu meu coração. Não pretendo que isso aconteça nunca mais! Faço uma ladainha enorme com ele, que vou estar lá na saida, que nunca vou deixá-lo, que ele pode ficar tranquilo, mas ainda o sinto inseguro. Mas não tem jeito, só tempo vai resolver isso. Me sinto estranha, dona de uma liberdade culposa. Ficar longe daquele que é o centro do seu mundo, sem participar do que ele está fazendo é extremamente esquisito. E sinto um orgulho danado do meu filho, que está encarando as mudanças em sua vidinha tão curta com muita garra e coragem. E choro. De medo, de alegria e de orgulho.

E vamos em frente!

O filho, o Gato e os Remédios

Já precisou medicar um gato?

E um menino de 3 anos?

Vou dar  algumas dicas práticas. Primeiro, vamos convencionar:

Gato: D’Artagnan, precisando de tratamento para insuficência renal.

Gato2: Aramis, saudável, porém curioso e carente até dizer chega.

O Filho: Arthur, que passou por uma pneumonia, urticária e agora se recupera de uma gastroenterite (eu, hein??).

O Pai: Maridão, amigo de todas as horas, agora também doentinho (ui!)

A Mãe: EU, a louca que vos escreve.

O Gato toma dois tipos de remédio duas vezes ao dia, ambos divididos em quatro pedaços (um tem um cheiro absurdo de menta, o outro é tão pequeno que só com lupa pra cortar – ou o Vet me odeia, ou está tirando uma da minha cara!)

O Filho já tomou antibiótico, antitérmico, antialérgicos, e agora, toma anti náuseas – todos MUITO saborosos e convidativos pra uma criança de 3 anos.

Bom, vamos lá.

Método 01:

Para o Gato:

Pegue os pedaços dos remédios, sente no chão, pegue o Gato no colo, prenda as pernas traseiras dele nas suas, com o braço direito (ou o esquerdo, se for canhoto(a)), prenda as pernas da frente do Gato. Com a mão livre, abra a boca do Gato e enfie os remédios goela abaixo. Nesse meio tempo, empurre o Gato2 pra longe, ele estará em cima de vocês dois. Ato contínuo, segure a boca do Gato pra ele não vomitar o remédio todo.

Para o Filho:

Coloque a quantidade recomendada de remédio na seringa. Dê para o Filho beber, sugando e empurrando o êmbolo. Ele vai beber, fazer cara de nojo e vai começar a fugir toda vez que vir você se movimentar pra dar os remédios.

Método 2:

Para o Gato:

Com um socador, amasse os remédios e dilua em 2ml de água. Coloque numa seringa. Chame o Pai. Peça ao Pai para segurar o Gato. Abra a boca do gato e jogue o jato goela abaixo.  Segure a boca do Gato fechada para ele não devolver o remédio. Afaste o Gato2, que a essa altura do campeonato, está doido pra sentar a pata no Gato, sabe-se lá o porquê.

Para o filho:

Ponha o remédio na seringa. Chame o filho. Ele virá com as mãos tapando a boca. Converse, explique que ele precisa tomar o remédio pra ficar bom, ofereça bala após o remédio. Não adiantou? Diga que vai chamar o dr pra dar injeção. Ele vai abrir a boca e tomar o remédio.

Método 3:

Para o Gato:

Amasse os remédios com um socador. Misture uns pedacinhos de Whiskas Sachet blablabla ao remédio. Reze pro cheiro ser mais forte que o da menta e ofereça ao gato. Ah, ofereça também a Whiskas Sachet ao Gato2, antes de oferecer ao Gato. O Gato vai comer com gosto. Afaste o Gato2, ele quer comer  o blablabla do Gato.

Para o Filho:

Ponha o remédio na seringa. Chame o filho. Ele virá com as mãos tapando a boca. Converse, explique que ele precisa tomar o remédio pra ficar bom, ofereça bala após o remédio. Não adiantou? Diga que vai chamar o dr pra dar injeção. Ele vai dizer que quer a injeção. Sente-se no chão e chore. Tenha a feliz ideia de misturar o remédio no leite. Ele vai tomar.

Método 4:

Para o Gato:

ele já está recusando o blablabla, e o Gato2 está enlouquecendo vocês dois. Abra uma lata de patê para gatos. Tranque o Gato2 e sua porção no quarto. Faça uma bolinha de patê com o remédio misturado. Ofereça ao Gato. Ele vai dar umas lambidas, e te dar um “nem te ligo”. Deixe no prato e mantenha os gatos separados por umas horas.

Para o Filho:

Ele está recusando o leite, a água e tudo o mais que desconfia ter remédio. Sente-se no chão e chore. Chame sua mãe. Tente não surtar mais que isso, a essa altura ele já estará se recuperando. Procure encaixar os horários dos remédios na madrugada, aí sim ele vai tomar com o leite.

Resumo da ópera: paciência, paciência, paciência (o que é isso, mesmo??)

Beijo grande!

 

 

Arthur – Ano 03

Ele está enorme, tem 96cm.

Fala tudo e já se intromete nas conversas dos adultos, perguntando quem fez o que e porquê.

Está cada dia mais viciado em “Homem-Aranha” e afins.

Estamos em pleno desfralde, já fica de cuequinha o dia todo, só usa fralda pra dormir – ainda precisamos aparar algumas arestas, mas o tempo vai ajudar.

Adora pintar – já pinta dentro dos contornos, orgulho da mamãe!

Não tem paciência para jogos e nada que lhe tome mais de cinco minutos de concentração, mas isso também é uma questão de tempo.

O comedor abriu e está comendo tão bem, que me assusta…eheheheh

Enfim, meu filho está crescendo maravilhosamente bem, esperto e com o raciocínio super afiado!

E mais um ano se passou… e mais uma vez foi uma dificuldade achar o tema escolhido pra festa: “Marvel Super Hero Squad“. Os heróis Marvel crianças, uma fofura! Mas infelizmente ainda não tiveram a brilhante ideia de trazer pro Brasil. Aposto que ano que vem vai ter de balde, mas aí estarei arrancando os cabelos com outro tema… ai,ai…eheheheh

Então, fizemos uma mistura de temas do Homem-Aranha, inventei de fazer bonecos em EVA, papai fez o cenário, compramos tnt, um painel mega gigante do cabeça de teia, e a Boutique do Açúcar entrou com toda a parte doce, só terceirizei os salgados! A festa ficou linda, e vocês precisavam ver como o pequeno se divertiu!! Foi maravilhoso, matei as saudades da minha MAninha, nossos filhotes brincaram muito juntos (aliás, se grudaram como primos de verdade, estou até hoje em estado de graça! ), e foi uma pauleira, mas valeu muito a pena!

Abaixo, as fotos!

Feliz da vida, com a roupinha da festa!

 

Primos se curtindo...delícia!

 

A mesa! Cenários by Papai, bolo, doces e bonecos, by Mamãe!

 

O bolo...

 

Docinhos modelados...hummm

 

Cupcakes!

 

Nos prédios do papai, os heróis preferidos do Arthur: Thor...

 

... Capitão América...

 

...Homem de Ferro...

 

...Hulk, e o preferido, o Amigo da Vizinhança, Homem-Aranha!!

 

Maninha, obrigada por registrar tão lindamente esses momentos maravilhosos!!

 

 

 

Yummy!!

 

"Ano que vem tem mais..."

 

Beijo grande!

 

A primeira pneumonia a gente não esquece.

Cara de espanto, queixo caído e um gelo crescendo dentro de mim.

Assim estava eu ontem, no fim da tarde, ao ouvir o diagnóstico da boca do médico da emergência.

- Seu filho está com sinusite e pneumonia. – simples assim. Um médico sério e de poucas palavras, e intimidante.

Ao meu lado, meu filho, sentado no colo do pai, perguntava todos os porquês possíveis e imagináveis em relação ao consultório.

O doutor entregou a receita, ensinou a usar e acondicionar o antibiótico e disse para retornarmos na segunda-feira para avaliação da evolução.

Levantei no automático e saí junto com meu marido e nosso filhote. Pneumonia, como??? E por que??

Gente, sou do tempo que pneumonia era sinônimo de internação, de doença perigosíssima! Cheguei em casa de pernas bambas, cheia de culpa, me perguntando em que parte do caminho eu não vi que estava chegando a esse ponto. Arthur teve uma febre baixa na madrugada do último domingo. Uma única vez. A partir daí, começou com nariz escorrendo e espirros – eu tinha gripado na semana anterior, faz parte do ciclo. Mãe pega, passa pro filho, ou vice-versa. Na terça, começou a tossir. Nada daquelas tosses que atacam direto, tosses ocasionais com catarro cristalino. Na quarta, filhote deu uma decaída, ficou amuadinho. E ontem, a gota d’água, ficou o dia todo de cama, sem querer comer. Resolvemos levar na emergência – e recebemos essa bomba.

Ao chegar em casa, liguei pra pediatra dele, e só me acalmei quando ela disse que é normal, que pode acontecer sim, e que Arthur, forte como é, vai se recuperar rápido. Que eu não ficasse chateada, porque essas coisas acontecem.

E hoje,só com duas doses dos medicamentos, meu  filhote já está infinitamente melhor! Brincando, ativo, até comendo, quase 100%, graças a Deus!

EU?

Pedi colo pra minha mãe.

E estou juntando os caquinhos.

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