EU e EU - Ser Mãe é...

Dialogando com o filho…

O Pensador...

- Arthur, NÃO.

- Arthur, NÃO PODE, faz dodói.

- Arthur, DEVAGAR!

- Para de rodar, filho, você pode cair!

- Arthur, vem com a mamãe, vem…

- Arthur, NÃO MEXE, é do vovô…

- Arthur, dá isso pra mamãe, dá…

- Arthur, põe a colher aqui… isso, agora põe na boca… muito bem!  Não, essa é a colher da mamãe, a sua é essa aí (apontando a lambuzada colher na mãozinha também lambuzada…)

- Senta, Arthur… (tentando dar banho num sapinho irrequieto)

- Espera, filho, deixa a mamãe vestir a fralda!

- Afe… agora vamos vestir a camiseta… SENTA, Arthur!

- E agora a calça… LEVANTA, meu filho…

- Arthur, deixa o gato quieto, ele não quer conversa! “Mas que diabos, que esse gato ainda não foi pro topo da estante?!”

.

.

.

Não faço a menor ideia de quantas vezes por dia essas frases são repetidas… mas de uma coisa tenho certeza: Além de já saber o próprio nome, ele está aos poucos, compreendendo o que peço, e já aprendeu até a despistar e fazer cara de paisagem…

ahuahuauhuahaha

Beijo grande!

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Desafio Literário 2010-Livro de Março-Resenha

O Morro dos Ventos Uivantes

O Morro dos Ventos Uivantes

Tema: Clássicos da Literatura Universal

Mês: Março

Sou a Cynthia, a Mãe do Arthur e mulher do Marcelo.

Moro em Vitória – ES

E você me encontra aqui:

http://eulalios.net/eueeu

e aqui:

http://baldedeareia.blogspot.com/

Em março, eu li: “O Morro dos Ventos Uivantes “, de Emily Brontë – Editora Landmark – 300 páginas

Chocante.

Um livro totalmente diferente de qualquer outro que eu já tenha lido…

Vamos ao fichamento:

O pequeno Heathcliff chega de viagem com o Sr Earnshaw ao Morro dos Ventos Uivantes. De aparência totalmente diferente das pessoas do lugar (imagino-o indiano, pela descrição da autora), ele já começa a sofrer preconceitos desde o primeiro minuto de sua chegada. O tempo passa, o menino cresce,  e entre desencontros, preconceitos e um amor praticamente impossível, o ódio passa a imperar no coração de Heathcliff. Após alguns anos fora, depois de uma desilusão amorosa, ele retorna ao Morro, disposto a se vingar daqueles que o fizeram sentir-se menos que nada. Se ele consegue?

Leia, emocione-se e descubra!

Opinião pessoal:

A narrativa crua me deixou muito ansiosa -  eu sofri com a crueldade para com as  crianças (coração de mãe sofre…), com os desencontros, e pela tristeza que o livro exalava a cada página lida. O descontrole dos sentimentos dos personagens chega a ser sufocante em alguns momentos. Amor, ódio, loucura, preconceito, capricho  e tristeza se misturam de tal maneira que me deixaram totalmente aturdida … e faminta.  Eu devorava página após página, na ânsia de ver como os dramas se desenrolariam,  e se alguém poderia ser realmente feliz numa história tão pesada! Enfim, devorei em três dias, e não tenho palavra melhor pra definir “O Morro dos Ventos Uivantes”:

IMPERDÍVEL!!!

No meio de tanta loucura e crueldade, a autora ainda conseguiu que eu sentisse pena e torcesse por um final feliz para Heathcliff – o cruel homem se mostra por inteiro somente na frente da fofa Nelly, ao meu ver, a personagem central da história – e a “causadora” de toda a tristeza e infelicidade que se abateu sobre as duas gerações de Earnshaws e Lintons – a sua impotência e imobilidade  em algumas situações , e o reverso, em outras, leva as duas famílias ao fundo do poço… e a gente se pergunta se vão se reerguer de alguma maneira… ficou curioso(a)?

Leia o livro, é apaixonante!!

Dou ao livro a nota 5/5.

Beijo grande, até abril!

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Rock Fofura

Avô e neto no Rock

Avô e neto no Rock

Vovô Bel e seu netinho, no rock. Falasério, meu filhote não ficou lindo de Stone??

Beijo grande!

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Algumas considerações sobre a birra

Birra

Desde que descobri a blogosfera, eu estou sempre antenada com as conversas que rolam entre as mães blogueiras, dando um pitaco aqui, um ali, abordando aqui e aqui assuntos que considero muito importantes na criação de nossos filhotes, como amamentação,  sono, transição para alimentos sólidos, desenvolvimento … e a temida birra.

O que sempre me assombrou desde que me descobri grávida, era como EU ia reagir às birras do Arthur. Afinal, eu NÃO sou um poço de paciência e se tinha algo que me tirava do eixo, era ver criança se jogando no chão e berrando pra chamar a atenção.

Um belo dia, a Flávia, Mãe do Astronauta, criou a “Série Birras“, na qual ela aborda com brilhantismo todos os aspectos da dita cuja, desde definição, até como reagir e a necessidade de ver a birra acontecer.

O que mais me marcou foi essa frase que ela disse:

“Ama-me quando eu menos merecer, pois é quando eu mais preciso.”

- eu me emociono sempre que leio essa frase, encaro como um bálsamo que com certeza todas vamos precisar em algum estágio da vida.

Enfim, Arthur começou a testar seus limites com o mundo.

Ele está com um ano e um mês, e já dá mostras de sua personalidade forte. Não gosta do trocador, não gosta de demora na troca de roupa e NÃO gosta de ter nenhum objeto retirado de suas mãos.

É aí que ele faz a temida birra: já chora com cara de bravinho (é fofo até assim!),  ou joga brinquedos e biscoitos longe … e neste fim-de-semana, ele experimentou jogar-se no chão.

De tudo que aprendi com a Flávia e também com a Letícia, mãe da Laurinha, de 2 anos, me preocupei muito, mas muito mesmo com duas coisas:

1 – Nunca, JAMAIS, perder a paciência;

2 – Lembrar de distraí-lo do objeto de desejo (causa da crise).

Pra mim, a base de resolver uma crise de birra está aí. Mas o problema maior era, principalmente pra mim, o “pensar rápido”, pois os especialistas dizem que em dois minutos a criança já não se lembra mais do motivo da crise, e as birras tendem a ser piores e mais longas.

Bom, na primeira vez, eu tirei da mão dele um pente que ele insistia em por na boca e correr com o bendito “abocanhado”. Parou, olhou pra mim e abriu o berreiro. Peguei um brinquedo no quarto, me abaixei e fiquei olho-no-olho com ele e disse:

” – Filho, pente faz dodói, pega aqui o boneco” – ainda não sei se ele entendeu o “dodói”, mas o fato é que ele se acalmou e nem quis o brinquedo…

Na segunda vez, ele estava fazendo “lambança” com a papinha no cadeirão. Lembrei de um conselho também que diz pra não deixar a dita ir muito longe, precisamos de limites. Tirei o prato e a colher e ofereci um biscoito, que foi jogado longe, e o berreiro começou. Olhei bem nos olhinhos dele e disse:

“- Comida não é brinquedo, olha aqui, brinca com o boneco.” – e comecei a distraí-lo, cantando e me balançando na cadeira. Deu certo, ele aquietou na hora.

A terceira vez foi dureza: ele estava de novo com um objeto perigoso nas mãos (nem lembro mais o que era). Parei na frente dele, me abaixei e propus trocar por um brinquedo dele. Não quis dar. Tentei distraí-lo e trocar os “brinquedos”, e sabem o que ele fez? Jogou o brinquedo longe, sentou no chão e abriu o berreiro (seu recurso preferido de lá pra cá). Meio em pânico, estudei a cena, tentando NÃO perder a paciência e mentalizar o tempo que perdia enquanto tentava achar uma solução. Tentei conversar, distrair, levantá-lo… até que parei, olhei pra ele e disse:

“- Mamãe vai embora, vem comigo?” – Ainda não sei se foi a melhor solução, mas ele parou na hora de chorar e veio pro meu colo, já conversando em bebelês, como se estivesse escolhendo pra onde íamos…ehehehe

Enfim, o que quero considerar aqui é a importância de quebrarmos esse tabu de que birra é desobediência por desobediência. O bebê está sim estudando seus limites, mas não age de caso pensado, é a mesma coisa que pensar que um bebezinho de 6 meses chora para manipular seus pais. É muito importante estudarmos a causa da birra, e ver até onde vale a pena “comprarmos a briga” – particularmente eu acho que vale sempre a pena, pois essas crises surgem exatamente porque estamos tentando evitar acidentes, ou ensinar a criança como agir corretamente.

E fiquei muito feliz, por meu autocontrole, e posso dizer que a maternidade me modificou sim, pra muito melhor, estou infinitamente mais paciente, e quem me conhece sabe que paciência nunca foi uma de minhas virtudes…ehehehe

Agora, eu ainda preciso melhorar muito no quesito “humor-depois-de-uma-noite-mal-dormida” – este está difícil, mas um dia eu chego lá…eheheheh

Beijo grande!

Você também pode ler este artigo aqui, visite o blog, você vai gostar!

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Desafio Literário 2010-Livro de Fevereiro-Resenha

Crepúsculo

Olá!

Estou aqui apresentando o livro lido em fevereiro do Desafio Literário 2010.

Tema: Conto de Fadas Revisitado

Mês: Fevereiro

Sou a Cynthia, a Mãe do Arthur e mulher do Marcelo.

Moro em Vitória – ES

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e aqui:

http://baldedeareia.blogspot.com/

Em fevereiro, eu li: “Crepúsculo”, de Stephenie Meyer – Editora Intrínseca – 416 páginas

Como uma eterna apaixonada por vampiros, eu não poderia deixar passar mais esta saga, primeiro para ver se trazia alguma novidade em “termos vampíricos”, e segundo, saber o motivo do frisson causado – achei muito interessante, pois atinge todas as camadas etárias, neste fim-de-semana eu estava no shopping (numa livraria, claro… e vi uma menina que devia ter uns 12 anos, tentando convencer o pai a comprar o livro pra ela (ufa, achei que só eu tinha me impressionado com o fato de uma criança de 12 anos querer este livro – meu, com doze anos eu era fã de cinderela  e cia! Mas este é assunto pra outra conversa…ehehe)

Vamos ao fichamento:

Isabella Swan é a típica adolescente que se acha feia, desengonçada e sem-graça. Ao se mudar para a cinzenta cidade de Forks, indo morar com o pai para dar mais liberdade à mãe, casada pela segunda vez, ela não faz ideia de como sua vida irá mudar. Ela conhece o misterioso Edward, e é amor à primeira vista… mas ele não parece se agradar muito de sua presença, chegando ao extremo de sumir da escola após algumas “topadas” infelizes. Num dia especialmente nevoento, um grave acidente acontece no estacionamento da escola. Um acidente que teria matado Bella, se Edward não interferisse.  Ela percebe que foi salva por ele, mais ninguém. E Edward não pode mais evitar: está apaixonado pela linda novata do colégio, e seu segredo, em risco.

E Bella está prestes a entrar em um mundo cheio de mitos, magia e risco de vida. Irá o amor sobreviver a tanto?

Opinião pessoal: amei a maneira como a autora aborda um assunto digamos, “batido”. Ainda consegue tornar uma história vampiresca novidade, ao nos mostrar vampiros  “vegetarianos”,  salvadores de vidas e que utilizam seu tempo livre para aprender . Obviamente os conflitos emocionais existem, Edward luta o tempo com sua alma, que ele acredita não existir mais, e é um verdadeiro gentleman, em pleno século XXI. Acho que é por isso que ele encantou tantas gerações de almas femininas..ehehehe

Não resisti e já devorei os outros livros da série, mas vou falar neles na hora certa. Agora estou devorando o livro de março!

Dou ao livro a nota 5/5.

Beijo grande, até março!

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Calendário 2010

Início de ano, volta das férias… e nenhum calendário pra contar história… mas nem daqueles de cartãozinho, de guardar no bolso,sabe?
Depois de muito procurar e não conseguir nadinha “de grátis” (é… a coisa está feia, mesmo…) resolvi que ia fazer nossos calendários personalizados. E qual o melhor tema? Óbvio, né? ARTHUR! Meti as caras e saiu isso aqui, ó:

Calendário 2010

Calendário 2010

Calendário 2010

Calendário 2010

Calendário 2010

Calendário 2010

Coloquei os feriados oficiais e os aniversários da famiglia… agora, vou imprimir e encadernar pra fazer calendários de mesa!

E aí, levo jeito?

Se alguém quiser arriscar, aceito encomendas!

Beijo grande!

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